Comportamento na festa de fim de ano da empresa pode colocar emprego em risco

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Com a chegada do final de ano, chegam também os festejos corporativos, afinal é um período de festas e alegria em que todos querem comemorar e deixar as tensões de lado.

No trabalho, é fundamental para uma melhor interação entre os empregados ter uma festa de fim de ano. Porém, o comportamento dos funcionários pode até colocar seus empregos em risco. Tudo porque, muitos esquecem que o evento é corporativo e acabam exagerando nas gafes cometidas.

É preciso muita atenção nas festas de trabalho, pois mesmo sendo um momento de descontração, diretores e superiores estão no mesmo ambiente que os funcionários e, estes, jamais devem esquecer a sua posição na empresa e nem exagerar na bebida alcoólica ou nas brincadeiras.

Existem equívocos que podem acabar com a reputação de um funcionário comum ou de diretores. Esses erros vão desde sua vestimenta escolhida para a festa, tom de voz e até sua maneira de tratar os outros colegas.

Não se deve esquecer que as festas de confraternização de fim de ano nas empresas são extensões do ambiente de trabalho. Desta forma, é importante não exagerar em nada, pois até neste momento os funcionários estão sendo avaliados.

Além disso, as gafes que os funcionários podem cometer nessas festividades não são tão facilmente esquecidas e, dificilmente, têm conserto. Por isso, uma simples bebedeira ou uma cantada na colega casada poderá fazer com que promoções ou aumentos salariais sejam repensados.

Então, se os funcionários seguirem apenas algumas regras básicas de comportamento social, não cometerão gafes que poderão, futuramente, comprometer sua imagem e, até mesmo, custar o seu emprego.

A dica é comemorar com moderação e bom senso, além de aproveitar a festa para conhecer melhor os colegas de trabalho e interagir.

Fonte: www.administradores.com.br

Profissão de papai-noel traz alegria e cachê de até R$ 6 mil

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

No período que antecede o Natal, a figura do papai-noel ganha status de celebridade. Nos centros comerciais, o personagem aparece para atrair clientes e ouvir aos pedidos das crianças. Com isso, ser papai-noel tornou-se uma profissão como outra qualquer. Só que, ao contrário do que se imagina, é preciso muito pique, dedicação e amor à função para aguentar a maratona de aproximadamente 40 dias ininterruptos de trabalho.
Depois de 29 anos trabalhando na área de segurança de uma grande empresa automobilística, Wohnrath não tem nada a reclamar do emprego temporário que lhe rende um cachê de aproximadamente R$ 6 mil pelos 40 dias de trabalho. "É muito gostoso ser papai-noel, pois é como se me tirassem da realidade. Fico mais contente com as crianças por perto", diz.

O aposentado Orlando Wohnrath, de 61 anos, há quatro anos trabalhando como papai-noel, conta que foi difícil convencer sua esposa de que a profissão seria gratificante, tanto sentimental quanto financeiramente. "Minha mulher não aceitava a ideia de eu ser papai-noel porque achava que era um tempo gasto à toa e, também, por não querer um marido barbudo e cabeludo. Mas expliquei meus motivos e ela acabou concordando. Sou apaixonado por crianças", conta.

Mas, como em toda profissão, nem tudo são flores. Que o diga Orlando que, muito emocionado, se lembra de um pedido triste de uma garotinha. "Ela devia ter uns 9 anos e estava com o pai, a mãe e um irmão menor. Quando perguntei o que ela queria ganhar, ela disse que só queria paz na casa dela, para os pais", relembra. "Fiquei comovido e choro até hoje ao lembrar. A casa daquela menina devia ser uma guerra", comenta Orlando.

Quando questionado sobre as alegrias de desempenhar o papel de papai-noel, Orlando, também conhecido "Noel Landão", afirma que não há melhor pagamento do que ver a felicidade das crianças. "Antes de sentar no trono, sempre oro pedindo que consiga transmitir paz, alegria e felicidade para a criançada. Nada se compara aos olhos de uma criança. Eles passam pureza e inocência, coisas difíceis no mundo de hoje. Mas, com tudo isso, o maior felizardo sou eu", diz.

Com os olhos marejados, Noel Landão fala como é o fim do trabalho e lamenta: "Gosto muito desse trabalho. Quando chega o final de dezembro, vai me dando uma saudade, um sentimento de melancolia". Mas diz que adora esta época de alegria, principalmente porque ama o que faz. "Tudo fica mais gostoso sendo papai-noel", finaliza.


fonte: Cross Content
Especial para o Terra

Como planejar uma boa ceia de Natal sem gastar muito?

É bonito ver uma mesa farta, enfeitada, com pessoas queridas à sua volta, em harmonia. Isso não significa exageros, mas sim união, controle do orçamento, organização e muita criatividade.

Planeje o que será servido, estabelecendo a quantidade de comida e bebida que será consumida. Distribua as tarefas entre os convidados e evite o desperdício.

Nada de cerimônia!
Envolva a todos na organização da ceia. Cada integrante pode participar trazendo algo para compor a mesa: salgado, doce e bebida de sua preferência.

Caso prefiram, podem definir juntos o que será servido, listando mantimentos necessários ao preparo, dividindo tarefas e as despesas. Uma pessoa pode ficar encarregada de comprar tudo, apresentando ao grupo, depois, a relação do que foi gasto.

Na hora da compra, a recomendação é optar por frutas da estação e produtos cultivados na região em que moram, diminuindo assim o custo de transporte e o desperdício. E outra dica importante: compare preços antes das compras!

Casa enfeitada
Se você tem os enfeites de Natal do ano passado, aproveite! Guardando tudo com cuidado de um ano para outro, você conserva os objetos por muito tempo e preserva seu bolso.

Para quem está começando agora a decorar sua casa, que tal buscar soluções alternativas, adaptando alguns objetos e fazendo da reciclagem uma arte?

Energia na medida certa
As luzes do Natal são um dos pontos altos da festa e você não quer ficar fora dessa?

Procure evitar exageros, compre itens seguros, consulte as opções com menor consumo de energia e tome muito cuidado na instalação, sobretudo em locais abertos.

Lembre-se de desligar essas luzinhas durante o dia, ou mesmo na madrugada.

Fonte: Finanças Práticas

Filhos e orçamento: pré-pago pode ajudar

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

É bastante natural a preocupação dos pais quanto ao melhor momento e à forma de transmitir conceitos de educação financeira aos filhos.

As crianças aprendem desde muito cedo, pelo exemplo que recebem em tarefas do dia a dia, como na hora de fazer compras, de negociar preços, formas e prazos de pagamento, gerenciar e pagar contas na internet, ir ao banco etc.

Os pais são a principal referência e inserir os filhos neste cotidiano auxilia no aprendizado. Por isso, a mesada é vista como alternativa eficiente de transmitir aos filhos algumas lições importantes quanto ao uso do dinheiro.

A vez dos pré-pagos
Os cartões pré-pagos têm cumprido bem este papel de transmitir conceitos de educação financeira às crianças, com um controle muito próximo por parte dos pais. Possibilitam pagar a mesada dos filhos e observar como o dinheiro é utilizado, garantindo assim aprendizado e tranquilidade.

Em geral, os cartões pré-pagos disponibilizam comprovantes de todas as despesas realizadas e permitem o acompanhamento de saldos e extratos, inclusive através da internet.

Tudo dentro de um limite
Carregando o cartão com determinado limite, a criança não pode gastar mais do que isso, compreende como utilizar o plástico, aprende a tomar cuidado com ele e com a senha. Principalmente, aprende a fazer o recurso disponível durar mais tempo.

Para isso, os pais têm de ser firmes e não recarregar o cartão sem critério, mas sim na periodicidade estipulada. Por exemplo: você carrega o cartão com R$ 100 para durar dois meses, combinando isso claramente com seu filho. Se o dinheiro acabar antes, ele vai ter que esperar a data estabelecida.

Cuidados com o cartão
Com os pré-pagos, além do controle financeiro, as crianças e adolescentes aprendem também a cuidar do cartão. Confira algumas lições importantes:
mantenha o cartão em lugar seguro;
  • evite amassá-lo e dobrá-lo;
  • não danifique a tarja magnética e/ou chip;
  • não empreste o cartão a ninguém;
  • evite exibir ou informar o número do cartão;
  • cuide da sua senha e guarde-a em segredo; ela é individual e intransferível;
  • tenha atenção digitar sua senha, evitando que estranhos possam identificá-la.
Informe-se e compare!
Como todo produto financeiro, os pré-pagos têm custos. Analisar a finalidade de adquirir o cartão, comparar facilidades e custos são práticas fundamentais antes da contratação.

Fonte: Finanças Práticas