9 eventos imperdíveis para empreendedores em setembro.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Feira de Franquias, no Rio de Janeiro
São Paulo – Confira a agenda de eventos sobre empreendedorismo, franquias e startups que acontecem neste mês no país. Um dos destaques é a versão carioca da Expo Franchising ABF 2014. A feira de franquias deve reunir mais de 200 marcas de vários setores em busca de novos franqueados.
Em São Paulo, acontece a quinta edição do Fórum Internacional de Gestão de Redes de Franquias e Negócios, organizado pelo Grupo Bittencourt. Veja os detalhes de todos os eventos abaixo.
1. Conexão KingHost
Tallis Gomes, CEO e fundador do Easy Taxi, e Ana Júlia Ghirello, vice-presidente do bomnegócio.com, estarão em Porto Alegre para participar da 3ª edição do Conexão KingHost, sobre empreendedorismo digital. O evento acontece no dia 3 de setembro, no Teatro do CIEE. A entrada custa a partir de 97 reais.
2. III Salão de Franquias
A cidade de Uberlândia, em Minas Gerais, recebe o III Salão de Franquias, dia 4, no CDL (Clube dos Diretores Lojistas). O evento vai das 8h30 às 17h00 e é organizado pela consultoria DubNet. É grátis, mas os interessados devem se cadastrar pelo e-mail uberlandia@dub.com.br.
3. 11º Congresso Estadual de Empreendedorismo
Entre os dias 4 e 5, mais de mil empresários devem se reunir para o 11º Congresso Estadual de Empreendedorismo, organizado pelo Núcleo de Jovens Empreendedores. O evento acontece no Clube Atlético Aramaçan, em Santo André, região metropolitana de São Paulo, e terá palestras de grandes empresários como Guilherme Paulus, da CVC. A inscrição deve ser feita pelo site e custa 90 reais. 
4. E-Commerce para Pequenos Varejistas
A Faculdade Impacta organiza um encontro sobre e-commerce para pequenos varejistas. A palestra acontece no dia 6 e é gratuita. Esse é o primeiro de uma série de eventos sobre o tema. Solange Oliveira, da Consultoria e-Vision, falará sobre o tema a partir das 10 horas, no Campus Barra Funda da instituição. É preciso se inscrever pelo site. 
5. CCS14 - Conferência Internacional de Crowdsourcing 2014
A Fecomércio-SP recebe a quarta edição da Conferência Internacional de Crowdsourcing entre os dias 4 e 5 de setembro. O evento abordará o futuro do dinheiro e das empresas, com especialistas como Jimmy Wales, co-fundador da Wikipédia. Os ingressos custam 830 reais e podem ser comprados pelo site do evento. 
6. Jornada Internacional de Empreendedorismo
No dia 8 de setembro, a IE Business School organiza a Jornada Internacional de Empreendedorismo, em São Paulo. Empreendedores de várias partes do mundo estarão presentes. A entrada é gratuita, mas é preciso se cadastrar no site do evento. 
7. 5º Fórum Internacional de Gestão de Redes de Franquias e Negócios
O Grupo BITTENCOURT promove entre os dias 16 e 17 o 5º Fórum Internacional de Gestão de Redes de Franquias e Negócios. O evento discute tendências do mercado de franquias e espera receber 600 participantes. As inscrições custam a partir de 1830 reais e podem ser feitas pelo site do fórum. 
8. 3ª Conferência Campinas Startups
No dia 19 de setembro acontece em Campinas a terceira edição do evento voltado para startups. O tema deste ano é como as falhas ajudam a chegar ao sucesso. Entre os palestrantes estarão executivos da Samsung, da ClearSale e da China in Box. O evento será no Auditório CPqD e os ingressos custam a partir de 115 reais através do site.
9. Expo Franchising ABF-Rio 2014
O Rio de Janeiro vai sediar uma das dez maiores feiras de franquias do mundo entre os dias 25 e 27 de setembro. O evento acontece no RioCentro, das 13 às 22 horas, com horário especial no sábado, até as 21 horas. O ingresso para um dia de visitação custa 40 reais. 

É preciso repensar educação, defende diretor do Senai

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Treinamento do curso técnico de mecânica de automóveis, no SENAI do Ipiranga.
São Paulo - O diretor geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Rafael Lucchesi, defendeu durante o Fórum Estadão Competitivo, nesta terça-feira, 19, em São Paulo, que é preciso repensar o sistema educacional brasileiro para adaptá-lo às mudanças pelas quais a sociedade vem passando.
De acordo com ele, só com essas transformações o país terá trabalhadores mais qualificados e, com isso, aumentará a produtividade, considerada muito baixa em relação a outros países do mundo. Em sua avaliação, é preciso educar melhor, em larga escala e a baixo custo.
Entre as mudanças, ele defendeu que a escola precisa assegurar o diálogo, mas com firmeza de propósito à meritocracia.
Segundo ele, é preciso ajustar a estrutura curricular à necessidade da juventude. "Tem que dialogar com as novas formas de comunicação. Hoje, 90% dos alunos estão nas redes sociais", afirmou.
Ele destacou ainda que é preciso assegurar a formação e capacitação dos professores, indo além de uma agenda só de aumento de salários, e implantar planos de gestão, para expandir a qualidade para todas as escolas brasileiras.
Em sua fala, Lucchesi elogiou o Pronatec, avaliando como o mais bem-sucedido programa do governo na área de educação. Ao mesmo tempo, criticou o programa Educação de Jovens Adultos (EJA), que, para ele, é a maior "tragédia", com mais de 80% de evasão.
"Precisamos repensar essa educação. Flexibilizar estruturas engessadas", defendeu, acrescentando que é preciso adaptar o sistema educação também à mudança demográfica.
O diretor avaliou que o país precisa ter a ambição de estabelecer a educação como desejo de mudança central. Segundo ele, atualmente, existe apenas um único grupo de pressão que atua fortemente na escola, que são aquelas pessoas que trabalham nelas, o que acaba criando uma visão extremamente corporativista.
"Há uma renúncia de participação das famílias, da imprensa, dos políticos, mas isso é responsabilidade nossa. Se queremos mudar esse jogo, temos de discutir a escola no centro do debate nacional, sem pressão ou ufanismo", disse.
FONTE:Exame

Feedback: que bom!



 
 Por Eni Santos para o RH.com.br 

Assim como a formação, a experiência e os relacionamentos podem turbinar uma carreira. O feedback, quando bem aproveitado, também se configura como uma poderosa ferramenta de desenvolvimento profissional. 
Porém, para que ele possa surtir o efeito desejado, ou seja, transformar-se em aprendizado, proporcionar o autoconhecimento e, dessa forma, contribuir para uma performance superior, é necessário que o profissional adote um valioso padrão mental: reflita, avalie e tire proveito de toda a informação passada nesta ocasião, independentemente de quem tenha partido - seu superior, colega de trabalho, cliente ou fornecedor. 
Esse padrão mental, comum a profissionais de alta performance, apresenta três vantagens: ameniza os efeitos negativos dos sentimentos relacionados ao recebimento de feedbacks, tais como de inferioridade, injustiça, rejeição, perseguição, indignação, medo, opressão e até de desconfiança, no caso do conteúdo trazer um elogio; reduz a possibilidade de reações de fuga, defesa, desprezo e desequilíbrio bloquearem a atenção às informações recebidas; posiciona o feedback como, de fato, deve ser - um processo de desenvolvimento, e por isso, isento de uma classificação positiva ou negativa. 
Por outro lado, existem várias crenças que impedem a reflexão e a avaliação assertiva sobre o que foi dito no feedback e, por consequência, minimizam as oportunidades de aprendizado e boicotam o crescimento. Três das crenças mais comuns são: "receber feedback é ruim, faz parte do rol das angústias corporativas". Na verdade, o que o torna menos prazeroso do que aprender, por exemplo, nas aulas de MBA, é que o conteúdo advindo dele pode trazer informações que não condizem com o autorretrato que fazemos a respeito do nosso desempenho e isso é desconfortável.
 Uma segunda crença é negligenciar o feedback recebido em função da fonte e da forma como foi transmitido. O crédito à informação obtida deve estar atrelado aos fatos e não à pessoa, circunstância ou tom de voz. Nesse sentido, vale lembrar que, no meio corporativo, há muitas profissionais sem o devido preparo técnico e emocional para dar feedbacks. 
Outra crença, e esta particularmente pautada pelo orgulho, diz respeito a pensar que não é preciso valorizar os feedbacks recebidos porque se tem muita experiência e bom nível de formação, pela posição ocupada na empresa ou ainda pela grande responsabilidade e conhecimento sobre o que está sendo feito.
 Confira algumas dicas para se fazer bom uso do feedback: 
1 - Delete as crenças que impedem o aprendizado advindo do feedback. Se a mensagem dada não estiver clara, demonstre sincero interesse e peça exemplos para facilitar o entendimento.
2 - Reflita sobre ele, preferencialmente fora do local de trabalho.
3 - Escreva seu conteúdo em forma de tópicos. Isso facilita a filtragem das emoções e o processo de avaliação.
4 - Avalie cada tópico sob a ótica do seu desenvolvimento e objetivos profissionais e promova as mudanças. 
Ao receber um feedback, você estará diante de duas possibilidades: negligenciar e continuar na mesmice ou tirar proveito dele e se posicionar como um profissional de alta performance e protagonista de sua carreira. Pense nisso!

Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Comunicacao/Artigo/9382/feedback-que-bom.html

O segredo do sucesso na hora de tomar decisões no trabalho

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

                                                


Uma das maiores autoridades do mundo em estudos sobre tomada de decisão, o britânico Dave Snowden fala sobre como aumentar chances de acertar na hora de decidir

São Paulo – Ao longo dos anos executivos têm buscado uma “receita” para tomar boas decisões. Assim lançam mão de estratégias e táticas que funcionaram no passado tentando resolver os novos problemas e questões que surgem em seu dia a dia de trabalho.

Esta é uma atitude equivocada e com altas taxas de fracasso. Quem diz isso é uma das maiores autoridades do mundo em tomada de decisões, o professor britânico Dave Snowden.

Ele é fundador da Cognitive Edge, uma rede de pesquisa internacional, baseada no Reino Unido, e criador do Cynefin Framework, uma metodologia específica para nortear decisões.

Com o seu método, colabora com os governos dos Estados Unidos, Reino Unido, por exemplo, e empresas como Intel, Boeing e Shell.
Em outubro ele vem ao Brasil para um seminário sobre liderança, gestão de conhecimento e tomada de decisão em ambientes de incerteza e elevada complexidade, no Rio de Janeiro. Em São Paulo, falará para um grupo fechado de presidentes de empresas.

Em sua metodologia, Snowden separa e qualifica quatro tipos de contexto em que os problemas aparecem inseridos: simples (também chamado de óbvio), complicado, complexo e caótico.

“A chave é reconhecer que uma decisão que funcione em um contexto pode não funcionar em outro”, disse o professor em entrevista exclusiva a EXAME.com.

E Snowden é categórico em afirmar que “um bom líder será sempre bom na tomada de decisões em ambientes de alta complexidade”.
Na opinião dele, o segredo de muitos executivos de sucesso é saber “ler” o ambiente em que o problema se insere.

“A essência é que para diferentes contextos, devem ser usados diferentes métodos para a tomada de decisões”, explica Snowden. A seguir, veja a características de cada um destes contextos e as ações recomendadas para acertar na decisão:

1. Contexto simples (ou óbvio)
 
Estabilidade e a evidente relação entre causa e efeito são as principais características em contextos simples.

Quando o problema surge neste ambiente, existe uma solução certa e ela é visível. Cabe ao executivo perceber a situação, categorizá-la e dar a solução, que pode ser delegada.

“Em uma cirurgia a ação de checar o número de instrumentos cirúrgicos antes de começar e depois de terminada a operação é um exemplo de tomada de decisão em um contexto simples. Mas imagine quantos instrumentos não eram esquecidos dentro de pacientes antes de essa decisão, simples, ser tomada”, exemplifica.

2. Contexto complicado
 
A relação entre a causa e efeito não é tão visível a todos em um primeiro momento e há mais de uma solução certa possível, se o ambiente é complicado.

Por isso o diagnóstico de um (ou mais de um) especialista se faz necessário, antes de tomar a decisão, segundo explica Snowden.
Um motorista pode saber, por exemplo, que há algo errado com seu veículo. Mas o diagnóstico do problema será feito por um especialista em mecânica. “A questão aqui é trazer expertise no processo de pesquisa”, diz Snowden.

Neste ambiente, o plano de ação, segundo Snowden, é perceber o problema, analisar - com a ajuda de um painel experts - e, só assim, dar a resposta à questão.

3. Contexto complexo
 
É o contexto mais frequente que se desenha na rotina corporativa dos negócios e onde o domínio é o da imprevisibilidade. “São sistemas em que você tem múltiplas influências e fatos, o que torna constante e complexa a incerteza da situação”, afirma Snowden.

Transformações nas empresas como fusões, aquisições, solavancos da economia e no mercado, são exemplos de fatores que introduzem incerteza e tornam o contexto complexo para a tomada de decisão, explica Snowden.

Acertar em soluções neste tipo de ambiente é fundamental para o líder de sucesso nos negócios, segundo ele.

Mas, para isso, a palavra de ordem que norteia o plano de ação, segundo o especialista, é experimentação. E, neste cenário, o medo de errar é paralisante e meio caminho para o fracasso.

Não existem respostas certas, por excelência, no contexto complexo. O que existem são possíveis soluções construídas a partir de experiências inovadoras. Cabe ao executivo criar um ambiente propício e dinâmico para que soluções emerjam.

4. Contexto caótico
 
Relação entre causa e efeito impossível de ser determinada, ausência de padrões gerenciáveis e um sem- número de decisões tomadas em um curto espaço de tempo. Essas são as características de um ambiente caótico clássico. Domínio é o da tensão e o reino, da turbulência.

Neste contexto, cabe ao líder agir imediatamente. O objetivo é reestabelecer a ordem e transformar o caos em um contexto de complexidade.

Em seu artigo na Harvard Business Review, Snowden dá como exemplo os acontecimentos de 11 de setembro de 2001 e tomada de ação rápida e eficiente do prefeito Rudolf Giuliani, na época.

Em vez de procurar a resposta certa, o executivo, afirma Snowden, deve buscar soluções que funcionem. É que a ação para reestabelecer a ordem é o primeiro passo, e assim, transformar o caos em complexidade. Assim o norte do plano de ação ano caos é: agir, perceber e responder.


Fonte:http://exame.abril.com.br/