Como o trabalho pode influenciar na sua saúde cardíaca

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

 
Muita gente acha que as doenças do coração estão somente associadas à alimentação e ao sedentarismo, mas o dia-a-dia profissional também pode contribuir para este quadro. O site Health.com avisa que muitas características relacionadas ao trabalho podem aumentar os ricos de ataques cardíacos e outros problemas.

Fatores como ficar sentado o dia todo, estresse, excesso de horas de trabalho e exposição a certas substâncias químicas ou poluição podem prejudicar o seu coração.

Veja na galeria algumas profissões de risco e características relacionadas ao trabalho que podem contribuir para este quadro.

Policiais e bombeiros
Trabalhos caracterizados por altos picos de estresse, como as funções de bombeiros ou de policiais também colocam o coração em risco. Cerca de 22% das mortes em distritos policiais são dentro do trabalho, assim como 45% dos bombeiros estão 45% sujeitos a doenças cardiovasculares do que em outros tipos de trabalho.

Longas horas de trabalho, turnos puxados, alimentação inadequada no trabalho, estresse e exposição ao monóxido de carbono e outros poluentes também são fatores de risco.

Recepcionistas
Pessoas que têm um dia-a-dia sedentário no trabalho tem maiores riscos de desenvolver problemas cardíacos do que os que desempenham funções mais ativas. Ficar por muitas horas sentado pode causar uma queda na sensibilidade à insulina e enzimas que normalmente quebram a gordura. Levantar e dar uma voltinha de vez em quando pode ajudar, ou então, desempenhar algumas tarefas em pé.

Motoristas de ônibus
Motoristas têm maiores chances de desenvolver hipertensão. Além do sedentarismo ligado à ocupação, eles precisam estar o tempo todo alertas para manter a segurança dos passageiros, o que pode gerar um maior nível de estresse. Um estudo mostrou que 56% dos motoristas de ônibus tinha hipertensão, comparados com apenas 31% de pessoas com o mesmo quadro, de outras profissões. Eles também apresentaram colesterol alto e peso corporal acima da média.

Trabalhos por turno
Pessoas que trabalham por escala, como médicos, enfermeiras e outros, têm maiores chances de desenvolver doenças do coração e diabetes do tipo 2. Isso porque o trabalho por turno pode atrapalhar o ritmo circadiano, o "relógio" que regula o açúcar no sangue, a pressão arterial e os níveis de insulina.

O estilo de vida também é um fator que contribui para este quadro. Quem trabalha em turnos durante a noite são mais propensos a fumar, e, além disso, dormir pouco é outro fator que pode aumentar o risco de problemas cardíacos.

Bartenders

Muitos lugares do mundo já têm restrições quanto a fumar dentro de ambientes fechados, como restaurantes e bares. Mas os bartenders que trabalham em lugares que não têm essa restrição são forçados a inalar fumaça de cigarro diariamente. Uma boa ventilação seria uma boa aliada neste sentido.

Operários em pontes e túneis
Um estudo de 1988 feito com mais de cinco mil trabalhadores de pontes e túneis em Nova York mostrou que eles têm 35% mair riscos de desenvolver doenças cardíacas quando comparados ao resto da população. Isso porque geralmente estão expostos a altos níveis de monóxido de carbono e à poluição do ar, que também aumenta as chances de derrame.

Muita exigência, pouco controle
Pessoas que trabalham em fábricas ou em qualquer função com alta exigência e pouco controle sobre o ritmo ou as condições de trabalho também estão mais expostas ao risco das doenças cardíacas. Um estudo feito com 11 mil britânicos mostrou que funcionários públicos que tinham baixo controle sobre o trabalho demostraram o dobro de risco de desenvolver doença cardíaca, em comparação com aqueles com mais controle sobre seu trabalho.

Muitas horas de trabalho
Pessoas que ficam muitas horas trabalhando podem ter a saúde do coração prejudicada. Uma pesquisa mostrou um aumento de 67% de risco de doença cardíaca coronária entre funcionários públicos que trabalhavam 11 ou mais horas por dia em comparação com aqueles que faziam de 7 a 8 horas. Se você não pode diminuir este período, deve incluir muitas frutas e verduras na alimentação, além de exercícios físicos e boas horas de sono.

Empregos sem seguro saúde

A falta de seguro de saúde tem sido associado às piores condições de saúde de um modo geral, especialmente quando se fala de coração. Dados de um estudo de 2007, publicado no Journal of the American Medical Association, comprovam que adultos que começaram a receber suporte médico apresentaram melhoras em seu quadro geral de saúde.

Perder o trabalho
Trabalhadores que perderam seus empregos sem terem cometido algum erro (por exemplo, quando a empresa fecha), têm o dobro de risco de derrame de acordo com um estudo de 2004. Outra pesquisa feita em 2009 pela Universidade de Harvard mostrou que pessoas que perdem seus empregos são mais propensas a desenvolver problemas como pressão alta, diabetes e doenças do coração.


Fonte: Saúde terra

Trabalho e Ano Novo: faça diferente

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015




Por Floriano Serra para o RH.com.br 
Muita gente acha uma chatice as festas de réveillon. Outras consideram o Natal uma rotina - e a mesma coisa, algumas pessoas pensam do Dia dos Pais, das Mães, dos Namorados, da Criança e todas as outras datas festivas que têm presença garantida no calendário.
Na verdade, tudo na vida pode se tornar uma rotina - ou não. Só depende de você. Por exemplo: qual é o seu plano para o próximo réveillon?
Se não for absolutamente inovador, esqueça-o e pense em outra coisa. Saia do quadrado, como se diz em criatividade. Quebre convenções, renove os hábitos e mude paradigmas, sem se importar com aquilo que os outros poderão pensar. Se a empresa e os colaboradores estiverem de acordo, vá em frente.
Sem dúvida é preciso ter uma boa dose de coragem e energia para pôr em prática essas mudanças, porque as opiniões contrárias e as críticas virão de vários lugares. Mas se lembre de que a festa é sua e, portanto, ponha para tocar a música que você gostará de dançar com sua equipe, certo de que os bons resultados aparecerão.
Esses comentários são válidos também - e principalmente - para a vida a dois. A relação familiar pode ser um repeteco interminável do primeiro dia, um "replay" diário do começo - e nada resiste a tanta mesmice.
É preciso atenção e evitar abrir a porta para uma visita indesejada e que, uma vez instalada na sua área, setor ou departamento, demora muito para ir embora: chama-se rotina, o mais eficaz desmotivador de que se tem notícia.
As pessoas mudam e, assim, ganham novas expectativas. Por isso, o trabalho também precisa de renovação constante e isso não significa trocar de emprego, de layout ou de funcionários a toda hora. Significa ficar e ser feliz na mesma missão.
Para começar o novo ano, coloque sua imaginação a todo vapor: não há limites para a criatividade, além daqueles que respeitam os valores e a cultura da empresa, a individualidade, sensibilidade e direitos dos colegas.
A vida no trabalho não tem que ser chata: pode e deve ser alegre e divertida. Para isso, cada colaborador deve agir de maneira a que o outro sinta que cada minuto produtivo passado juntos sempre terá valido a pena.
Agora, se não mais lhe restar nenhuma vontade, energia e motivação para realizar essas mudanças que tornarão o trabalho mais gratificante, talvez tenha chegado a hora de fazer uma mudança mais radical, quem sabe?
 
Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Mudanca/Artigo/9600/trabalho-e-ano-novo-faca-diferente.htm

O Discurso ou "Somos Todos Iguais"

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Os gurus de gestão organizacional precisam de um guru – Revista Exame/11/2013


O pessoal de RH possui uma forte capacidade discursiva aprendida em salas de aula ou pelas maratonas da carreira e vida corporativa. Em tempos idos, praticamente todas as funções de responsabilidade da área de Recursos Humanos eram desempenhadas por funcionários da própria empresa. Do Serviço Social ao Recrutamento e Seleção. Da área de Treinamento e Desenvolvimento à área de Cargos e Salários. Da área de Pessoal à área de Higiene e Segurança do Trabalho e por aí vai. Todos nós tínhamos soluções para todos os males da empresa. Se não tínhamos íamos buscar em literatura disponível, empresas amigas ou na própria criatividade. Pesquisa de clima organizacional, pesquisa de salários e benefícios, seleção de profissionais para cargos complexos, programas específicos de treinamento ou novos benefícios. Se uma pesquisa de clima indicasse uma solução imediata, a área ia lá e propunha mudanças. Um determinado cargo apresentava remuneração insuficiente em relação ao mercado, a área ia lá e acertava. Problemas com segurança do trabalho? RH resolve!

A aura de Recursos Humanos brilhava como área integrada e beneficiária de seus próprios ensinamento, discursos e orientações. Como deve ser bom trabalhar sob a tutela dos gestores da área de RH poderiam pensar os funcionários das outras áreas. Líderes bem resolvidos, promotores da integração harmoniosa entre suas equipes, conselheiros nas horas difíceis e desenvolvedores do bem estar. Afinal são eles que desenvolvem e pregam tudo isso para toda empresa. Será?

Enquanto isso, nos bastidores de RH, acontecia o que acontece em qualquer canto da empresa

Disputa pela preferência popular entre os demais funcionários da empresa, ironias sobre ideias de outros colegas da área, lamúrias sobre valores salariais, críticas sobre quem tem mais acesso regular ao gerente maior de RH, proteção blindada sobre a caixa preta de cada área, solicitação de programas de treinamento negado ou adiado, comentários maldosos sobre programas e eventos corporativos e uma participação mínima quando do amigo secreto em épocas de natal.

Hoje, com o passar dos anos, a área de RH foi pulverizada na maioria das médias e grandes empresas e seus processos naturais ou foram terceirizados ou, na necessidade, contrata-se uma consultoria especializada no tema.

Competentes profissionais de RH tornaram-se consultores ou abriram uma consultoria e vivem de sua capacidade técnica e rede de relacionamentos. Especialistas em recrutamento e seleção, treinamento e desenvolvimento, remuneração, desenvolvimento de líderes, recomendações de como se portar diante do público interno e formar equipes harmoniosas e produtivas, pesquisas de satisfação e como resolver problemas decorrentes e por aí vai.

Agora você pensa, “como deve ser bom trabalhar em uma consultoria de RH com tantos profissionais criativos, solucionadores de problemas e mediadores de conflitos”. Afinal, se resolvem e corrigem todos os males do mundo corporativo, na própria casa não poderia ser diferente!

Pelas minhas andanças por aí, desde que me tornei consultor convivi e/ou trabalhei com muitos consultores e consultorias de respeito. O que vi no dia a dia, com certa regularidade, foram comportamentos contrários aos produtos que vendem, ao lidar com suas equipes e/ou colegas de trabalho em um ou outro projeto conjunto. Provavelmente, nas empresas de origem, agissem assim.
O mercado de consultoria sempre foi cercado de segredos — algumas empresas até hoje tratam seus clientes por codinomes mesmo em reuniões internas e não utilizam cartões de apresentação para manter o sigilo.

Por que praticar a desconfiança, falta de diálogo, ausência de feedback, terrorismo interno, intolerância, imposição de comportamento? Tudo isso em nome da sobrevivência! Sobrevivência não é isso. Os gurus de gestão organizacional precisam de um guru – Revista Exame/11/2013.

Eu penso que a partir do momento que uma consultoria expõe em sua página, a relação de clientes, ninguém irá “roubar seus clientes” a menos que sua capacidade técnica se evapore. Dizia uma propaganda antiga dos caminhões da Mercedes Benz – Quem é bom já nasce diesel!”

Carlos Alberto de Campos Salles
Consultor de Recursos Humanos
CA&RH Consultoria Ltda.
Remuneração - Gestão de Desempenho - Competências
(11) 99323 - 7923 

Lei da Gestante

A mulher gestante está amparada em muitos aspectos pela nossa legislação. No Brasil existem diversas leis que garantem os direitos da gestante, desde os básicos como atendimento preferencial e assentos especiais até as necessárias licença do trabalho e salário maternidade. Conheça algumas leis, direitos e deveres da futura mamãe.

Direitos da Gestante

Entre os direitos da mulher grávida, estão os direitos sociais, que são todos aqueles que garantem à gestante atendimento em caixas especiais, prioridades na fila de bancos, supermercados, e outros estabelecimentos comerciais, acesso à porta da frente de lotações e assento preferencial no transporte público.

O sistema público de saúde deve proporcionar à grávida o mínimo de seis consultas de pré-natal, realizar exames básicos, como de sangue, urina, preventivo contra o câncer de colo do útero e anti-HIV, e receber orientações sobre gravidez, parto, pós-parto e cuidados com o bebê. Também deve receber o “Cartão da Gestante”, onde são anotadas, pelo médico, as informações sobre sua saúde e o desenvolvimento do bebê.


Saiba quais são os direitos das gestantes no país

A gestante pode solicitar a presença de uma pessoa de confiança nas consultas de pré-natal e, no parto, ter um acompanhante. Porém, o médico tem o direito de recusar esse acompanhante, mas isso depende do quadro clínico da gestante na hora do nascimento.

A gestante deve ser consultada antes de quaisquer procedimentos médicos no parto, seja este procedimento uma simples raspagem dos pêlos pubianos ou o tipo de parto.

Para grávidas com algum tipo de deficiência, o Sistema Único de Saúde (SUS) deve promover o planejamento familiar e acompanhar de perto a gravidez, o parto e o pós-parto.

A gestante não pode ser demitida desde a confirmação da gravidez e até cinco meses após o parto, salvo casos em que a demissão é por justa causa, como insubordinação, abandono do emprego, roubo ou homicídio.

Confirmada a gravidez, é recomendável apresentar ao empregador o comprovante do exame e exigir recibo de entrega. Para as consultas de pré-natal ou exames, solicitar declaração de comparecimento para ter a falta justificada. Se o trabalho envolve risco para a saúde da mãe ou do bebê, a gestante deve apresentar atestado médico comprovando que precisa mudar de função.

A licença-maternidade é de 120 dias a partir do oitavo mês de gestação, com salário integral, até o valor limite fixado de acordo com a Resolução 236 do Supremo Tribunal Federal.

Para quem não tem renda fixa, o valor pago corresponde à média dos seis meses anteriores ao parto. Se a gestante tem dois ou três empregos, receberá dois ou três salários, correspondentes à renda anterior. Para a grávida estudante, o tempo de licença para se ausentar da escola também é de 120 dias. As atividades escolares podem ser feitas em casa e os exames finais, remarcados.

A mãe adotiva ou a mulher que estiver com a guarda judicial de uma criança para fins de adoção tem licença-maternidade de acordo com a idade da criança adotada: com até 1 ano, ganha 120 dias; entre 1 e 4 anos, 60 dias; e entre 4 e 8 anos, 30 dias. A regra salarial é a mesma para todas as grávidas.

O pai tem direito a cinco dias corridos de licença, contados a partir do nascimento do filho.

Em caso de aborto natural, a mulher tem direito a duas semanas de repouso.

Para a amamentação, a lei prevê dois descansos especiais, de meia hora cada um, durante a jornada de trabalho, até o filho completar 6 meses. O período pode ser ampliado se a saúde da criança exigir.

Nas empresas onde trabalham pelo menos 30 mulheres com mais de 16 anos deve haver creche. O espaço pode ser substituído pelo pagamento do benefício denominado auxílio-creche.
 
Fonte:Engravidar.blog.br