CEAT já está realizando credenciamento para a Feira do Empreendedor | 2016

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016


A Feira do Empreendedor é um evento criado e organizado pelo SEBRAE há mais de 20 anos. E ocorre bienalmente em São Paulo desde 2010. É, sem dúvida, um dos mais importantes projetos da instituição, responsável por apresentar e exibir seus principais produtos e serviços ao grande público.
São mais de 140 edições do evento já realizadas em todo o Brasil, para um público visitante próximo a 2 milhões de empresários e potenciais empresários. É o maior encontro de empreendedorismo do mundo e uma ferramenta para o fomento e a geração de emprego e renda, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico local.
A quinta edição da Feira do Empreendedor do SEBRAE-SP ocorre de 20 a 23 de fevereiro de 2016, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Reunindo expositores e consultores, é uma oportunidade única de fazer novos negócios e se atualizar empresarialmente. A expectativa de público é de, aproximadamente, 124 mil visitantes, na qual, contará com 430 expositores em um espaço de 30 mil m².

Interessados comparecer no endereço abaixo.
CEAT| Rua Benedito Storani, 661
Vila Cerqueira, Américo Brasiliense/ SP


"Empreendedores são aqueles que entendem que há uma pequena diferença entre obstáculos e oportunidades e são capazes de transformar ambos em vantagem.". (Maquiavel)

Negócio próprio: o sucesso tem um preço

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Possuir um negócio próprio tem sido o grande sonho de uma parcela significativa da população brasileira. 

Diversos motivos justificam este interesse pela atividade empresarial. Os mais freqüentes são: desejo de liberdade, vontade de ganhar mais dinheiro, necessidade de realização profissional, falta de oportunidade de trabalho e preenchimento de tempo livre.

Apesar do interesse pela atividade empresarial, as estatísticas mostram um quadro pouco  otimista: aproximadamente 50%  das pequenas empresas fecham suas portas em até dois anos após sua fundação. 

Diversas pesquisas têm sido realizadas para explicar as causas desse percentual tão elevado de insucesso. Todas elas apresentam as mesmas conclusões, mostrando que os principais motivos do problema estão centrados no empreendedor.

O índice de mortalidade de empresas também é elevado nos Estados Unidos, embora menor do que no Brasil. Na Europa ocidental, este índice já é bem mais reduzido porque os governos não permitem que se abra uma pequena empresa sem antes fazer um curso de iniciação empresarial. 

Diante do problema do desemprego no Brasil, tornar-se empresário tem sido a opção buscada para muitas pessoas desempregadas ou por aquelas que se sentem inseguras em seus postos de trabalho.

Também é freqüente o caso de pessoas que aderem a programas de demissão voluntária para investir o dinheiro recebido num negócio próprio. Algum tempo depois, muitas dessas pessoas vêem seu dinheiro se evaporar num negócio fracassado e voltam a procurar emprego.

É sabido que a atividade empresarial se caracteriza pela incerteza. No mercado financeiro sem risco, a taxa histórica de retorno real a longo prazo é de 6% ao ano. Uma empresa bem sucedida em qualquer lugar do mundo remunera o capital nela investido em 15% ao ano. Estes nove pontos percentuais a mais esperados para a atividade empresarial é um bom prêmio e é justificado pelo grande risco empresarial. 

Para conquistar esse prêmio, o empresário precisa, entretanto, atender a alguns requisitos: vocação para a atividade empresarial, liderança, criatividade, tolerância ao risco e capacidade administrativa representada pela habilidade para organizar, planejar, controlar e dirigir o negócio.

O objetivo da atividade de planejamento de um negócio é reduzir a incerteza e não eliminá-la. Com um adequado planejamento, o empresário pode evitar decisões com erros previsíveis. Sem planejamento, muitos negócios já nascerão fadados ao fracasso, independente de qualquer imprevisto. 

O improviso e o empirismo não têm mais lugar nos dias de hoje. Por menor que seja o negócio, as funções gerenciais básicas de planejamento, organização e controle precisarão ser exercidas. É uma situação bem diferente daquela enfrentada pelos empreendedores pioneiros, quando a simples iniciativa de abrir um negócio já lhes garantia clientes e lucros. 

Fazendo uma analogia com o futebol, podemos dizer que numa pequena empresa, o dono precisa saber jogar nas onze posições. É um quadro bem diferente da grande empresa, onde seus titulares não precisam entender de tudo já que podem contratar profissionais e delegar poderes para que executem as tarefas necessárias ao bom desempenho da empresa.

Na pequena empresa, mesmo a usual divisão do trabalho entre dois sócios não ajudará muito caso eles não tenham um conhecimento completo das principais funções da empresa (operação, produção, vendas, compras, finanças e pessoal). 

Sendo o Brasil um país com uma grande população e ainda não desenvolvido, oferece um amplo leque de oportunidades para todo o tipo de negócios. Este potencial econômico só é encontrado atualmente em poucos países e, por este motivo, tem provocado um crescente interesse dos capitais internacionais em investir em nosso país. Isto significa maior concorrência e, portanto, maior necessidade de preparo por parte do empresário brasileiro.

Do ponto de vista sócio-econômico, as pequenas empresas têm uma grande importância, tendo em vista que geram aproximadamente 70% de todos os empregos no país. Este fato já seria um motivo suficiente para que tivessem, como ocorre nos países desenvolvidos, um maior apoio por parte do governo. 

O apoio tributário hoje existente ainda é insuficiente na medida em que grande parcela do setor de serviços, grande absorvedor de mão-de-obra, está fora do Super Simples. O crédito, na maioria dos casos, ainda tem um custo muito alto. Uma forma de apoio eficaz seria a criação de um extenso programa de capacitação gerencia, começando ainda nos bancos escolares.

No cômputo geral, as perspectivas para quem abre um negócio no Brasil são bastante promissoras, principalmente para quem segue dois mandamentos básicos: 

- Utilizar o mínimo de capital de terceiros, pelo menos enquanto as taxas de juros reais dos financiamentos estiverem elevadas.  Tudo indica que o atual quadro de juros altos da maioria das operações de crédito se manterá. 

- Fazer um investimento prévio de tempo e dinheiro em sua capacitação empresarial. 

O prêmio reservado aos seguidores desses preceitos pode ser bastante compensador. 

Fonte: http://www.ief.com.br/artigo.htm#negocio

CEAT abre inscrições para "Auxiliar de Escritório" em parceria com o SENAC

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Objetivo
Proporcionar formação profissional inicial de jovens em rotinas de escritório e fornecer conhecimentos básicos para uma atuação proativa na busca de um emprego e para o exercício de suas funções. 
Para tanto, o curso trata não apenas das rotinas de escritório, mas também do desenvolvimento de competências em língua portuguesa e matemática, visando aprimorar seu domínio da comunicação e permitir que o jovem assimile, associe, compare e perceba as relações que existem entre as operações matemáticas e o dia a dia, como administrar as economias, decidir sobre a prioridade de gastos e adquirir itens necessários. 

Público-alvo
Estudantes de 14 a 18 anos, devidamente matriculados em instituições de ensino (a partir do 7º ano).

Certificação
O Senac confere certificado de conclusão do curso aos alunos aprovados.

Documentos para Matrícula
Apresentação dos documentos:
- Cópia RG
- Cópia CPF
- Alunos menores de 18 anos deverão comparecer acompanhado de um responsável apresentando cópia do RG e CPF.

Interessados comparecer no endereço abaixo, munidos da documentação.
CEAT| Rua Benedito Storani, 661
Vila Cerqueira, Américo Brasiliense/ SP


"No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz.".
Ayrton Senna

Você sabe o seu valor?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Qual a sua visão sobre valor? Acredito que ao ler o título deste artigo, tenha pensado: “qual o meu preço?” O valor ao qual me refiro é aquele atribuído ao seu talento e a competência ao realizar suas tarefas. Saiba como duplicar o seu valor em 6 passos.

Identificar qual o seu valor e maximizá-lo é a melhor estratégia para não participar da crise. Você pode ser mais um individuo que culpa a “CRISE” por não esta conseguindo ter êxito no seu trabalho. Quero lhe dar uma triste notícia: A CRISE sempre existiu! E o que você tem feito para não participar dela?  Abaixo disponibilizo 6 passos que lhe ajudarão a duplicar o seu valor.

1. Combine seus talentos

Combine seus talentos, conhecimentos, paixões e habilidades. Ao combinar seus talentos, poderá contribuir ainda mais com o cargo que possui na empresa. Não se compare a outros colegas. Essa combinação será tal como comparar duas mercadorias com preços diferentes. Entenda! Não existe neste grande universo alguém igual a você. Somente você possui combinações de experiências e talentos que nenhuma outra pessoa possui. Acredite nisso!

2. Atribua uma marca

Tenha um olhar estratégico sob os processos da empresa. Identifique melhores formas de trabalhar ou executar determinada tarefa. Ao criar um novo processo ou quaisquer criações, atribua uma marca, sua “assinatura”. Mostre para as pessoas que é sua criação e tenha orgulho disso. Assim mostrará que você está pronto para assumir novos desafios.

3. Saiba o que o seu chefe quer

Saber qual a necessidade do seu chefe e dar valor a isto, pode não ser uma tarefa fácil. Descubra o que esta sendo desafiador para o ele e ajude-o. Veja bem, não estou dizendo para você bajular ou “puxar saco”. Saber ouvir e observar as necessidades do outro é uma habilidade que poucos possuem e sabem fazer bem. Então procure ajudar seus colegas de trabalho, clientes e etc. Tenha certeza que ao dominar esta habilidade lhe proporcionará conhecimentos e experiências que nunca imaginaria ter.  Aumente sua visibilidade.

4. Tenha visibilidade

Torne-se conhecido pelo que faz. Aproveite as redes sociais, crie um blog para ajudar as pessoas que enfrentam as mesmas dificuldades que você. Incentive-as com suas experiências. Assim será sempre lembrado.

5. Assuma seus erros

Não arrume desculpas para justificar o seu insucesso. Não minta! Assuma a responsabilidade dos seus erros. Afinal, quem nunca errou? Errar não é feio quando se quer acertar. Feio é mentir e não assumir.

6. Melhoria continua

Melhore sempre! Pergunte-se “O que posso fazer para obter um melhor resultado da próxima vez?” e se for bem sucedido, nunca se esqueça dessa frase. O declínio consiste em não assumir que você precisa melhorar. Reinvente-se!

Duplique seu valor sempre!

Desejo SUCESSO na sua CARREIRA

Fonte: www.administradores.com.br
Autora: Carla Telles (Coach de vida e carreira, Administradora e Empreendedora).