A motivação em um cenário de crise

segunda-feira, 25 de abril de 2016


Estamos em crise. É o que afirmam os noticiários, com base nos principais índices da economia brasileira. Em geral, com uma conotação negativa ou de perigo, o que sugere medo. E tem sido assim desde sempre, que eu me lembre. Portanto, já temos um MBA de primeiríssima grandeza na tal da crise. Uma vantagem e tanto para lidar com a situação quando ela se repete, não é mesmo?

Ao consultar o dicionário Aurélio, verifiquei que a palavra “crise” é apresentada como “alteração de estado, melhora ou piora, ruptura de equilíbrio, prosperidade e depressão”, entre outras, conforme o contexto em que é empregada. Tendo como ponto em comum o sentido de “passagem” de uma situação para outra. Logo, estar em crise não significa algo ruim necessariamente. O que indica é que há uma tendência de mudança do estado atual. Notícia alvissareira para quem busca oportunidades, não é verdade? Também é um convite de alerta total para os que estão satisfeitos com os resultados atuais, e trabalham para manter sua posição. E um claro aviso de “mude já” para as pessoas e empresas que pensam que podem permanecer “deitadas eternamente em berço esplêndido”, acomodadas que estão.

Seja qual for a posição em que alguém se encontre, em minha opinião, uma coisa é certa: crise sugere ação porque há mudanças que estão em curso, queiramos ou não. E aqueles que souberem ajustar as velas do seu barco de acordo com a direção dos novos ventos, ao invés de terem dificuldades de navegação, ganharão força motriz extra para chegar ao seu destino. O que significa maior velocidade para superar os desafios e crescer, subir na carreira, ganhar espaço no mercado, faturar mais, etc... Isso para os que têm objetivos claramente definidos, naturalmente. Pois, para quem não sabe onde quer ir, aumentar a velocidade significaria apenas chegar mais rápido a lugar nenhum. Algo como se formar médico tendo vocação para astronauta. 

Talvez, isso explique parte importante do porquê do medo provocado pelos cenários de crise. Afinal de contas é lugar comum alguém sentir-se inseguro ante o desconhecido, ainda mais se navega sem rumo e a turbulência aumenta! Certamente, as mudanças decorrentes da crise são tão mais imprevisíveis quanto menor o planejamento da vida das empresas e pessoas. E é justamente aí que reside a solução. Para alguém capitalizar os aspectos positivos dos cenários de crise, o primeiro passo é abrir a carta náutica da sua vida e decidir qual será o destino da viagem, a rota que vai seguir, os portos em que irá ancorar, os lugares que deseja conhecer, os produtos que irá levar e trazer, as pessoas com as quais vai conviver, o bem que fará, a riqueza que vai gerar, enfim, a sua razão de existir e trabalhar.

Isso é motivador, não é mesmo?

Assim, o medo negativo cede espaço para a adrenalina positiva. Não que os riscos estejam eliminados, em absoluto. Eles fazem parte da suprema aventura que é a vida. Mas, quando alguém faz o que foi sugerido a pouco, assume o controle do leme da sua embarcação e os perigos ficam minimizados pelo planejamento executado. Assim, enquanto outros param, se perdem ou naufragam, alguém singra os mares com as velas cheias, célere, confiante e orgulhoso. E não é pra menos! Porque inspira o melhor nas pessoas, lidera pelo exemplo, supera os desafios e faz acontecer. 

Felizmente, tem muita gente assim. As provas estão por todos os lados, ilhando as crises. Seus feitos também são notícia, da medicina, nas artes, tecnologia, educação, esportes, cultura, saúde pública, lazer, nas ciências, comunicação, no comércio, na indústria, no saber e outras áreas mais que tornam melhor o nosso viver.

Olhe ao redor com olhos críticos e observe bem. Na verdade, a maioria dos realizadores não são famosos, nem fazem questão de ser. Podem ter muito dinheiro, ou não. Mas são facilmente reconhecidos. São pessoas felizes, cuja vida tem direção e propósito. 

Você já é uma delas? Se não é, acredito que ainda virá a ser. 

Autor: Roberto Vieira Ribeiro é palestrante e consultor especialista em motivação e vendas, com foco em resultados. É autor do vídeo Sua equipe vai render mai$ e da série de CDs Motivação & Resultados, entre outros. É diretor do Instituto Beija-Flor de Psicologia, PNL, Consultoria e Treinamento Ltda.

Enfrente os problemas com a cabeça erguida

quinta-feira, 14 de abril de 2016


A vida é imprevisível e suas circunstâncias fogem ao nosso controle, portanto os problemas são inevitáveis. Nesse sentido, não devemos dar importância à presença dos obstáculos, mas sim a forma como eles serão encarados, é preciso erguer a cabeça e enfrentá-los de frente.
As pessoas de sucesso enxergam o fracasso como uma oportunidade de crescimento, pois é através dele que nos tornamos melhores, descobrimos nossos limites e capacidades, quebramos paradigmas, superamos a nós mesmos.
Todo indivíduo possui um potencial infinito, e mais do que isso, o universo não nos delega um “fardo” mais pesado que nossa capacidade de carregar. Quedas acontecerão, mas saber se levantar é a chave para viver uma vida plena e realizada.

Dicas simples para superar as adversidades
Confira abaixo sugestões práticas para lidar da melhor maneira com os problemas e obstáculos da vida:

Autoconhecimento
Durante o decorrer de nossa jornada desafios aparecerão inevitavelmente, portanto, viver requer coragem para lidar com os altos e baixos. Um indivíduo de coragem não é ausente de medo e inseguranças, no entanto, confia em sua capacidade para solucionar os problemas.
Se autoconhecer é o único caminho para obter clareza a respeito de suas potencialidades, bem como, conduzi-las.

Foque na solução
Sempre que temos um obstáculo adiante, o primeiro passo é nunca agir impulsivamente. Pare e analise a situação em questão, colocando em prática seu senso crítico e análise das possíveis soluções. Vale ressaltar ainda que, nem sempre as respostas são visíveis ou mesmo existentes, é preciso, portanto, que você ouse fazer diferente e crie o próprio caminho através de um novo olhar.

Postura Positiva
Em períodos de dificuldades, o hábito natural das pessoas é pensar como tudo pode dar errado, mas é justamente nestes momentos que devemos fortalecer nossas crenças positivas, pois a qualidade de nossa mente se concretiza em ações. Deste modo, passamos a lidar com os problemas com mais serenidade, criamos uma condição favorável de mente e atitudes para o alcance de resultados satisfatórios. Desistir: jamais!

A causa da derrota, não está nos obstáculos, ou no rigor das circunstâncias, está na falta de determinação e desistência da própria pessoa. {Buda}
Autor: José Roberto Marques
Fonte: http://www.ibccoaching.com.br

A habilidade mais importante da liderança

quinta-feira, 31 de março de 2016

A ciência demonstrou que a audição impacta como andamos, e até mesmo nosso 
equilíbrio é influenciado por quão bem escutamos.


Escutar é a habilidade mais poderosa que um líder pode dominar. Boas habilidades de escuta nesta era digital, devido à sobrecarga de informação e capacidade de concentração encurtada, estão se tornando espécies ameaçadas.

A ciência demonstrou que a audição impacta como andamos, e até mesmo nosso equilíbrio é influenciado por quão bem escutamos. Portanto, o que ouvimos é crucial para a forma como vivemos. O ato de escutar marca o primeiro passo na comunicação. Na sabedoria hebraica, o assento do conhecimento ou da inteligência não está localizado no cérebro, mas nos ouvidos.

O ouvido é dividido em três partes Idênticas com 3 níveis de audição:

Nível 1
Ouvido Externo/Audição Passiva: consiste em escutar apenas com a cabeça. O ouvinte está preocupado com o processamento de informação.

Nível 2 
Ouvido Médio/Audição Ativa: envolve prestar e fazer deduções não verbais, apropriadas ao que está sendo dito. É escutar tanto mentalmente quanto fisicamente.

Nível 3
Ouvido Interno/Audição Intuitiva: escutar com o coração, cabeça e corpo. Isso requer sabedoria. Isso é crucial para obter a compreensão completa das situações. Sem esta total compreensão você pode desperdiçar o tempo de todo mundo ao resolver o problema errado ou meramente abordando um sintoma, não a raiz da causa.

A coisa mais importante na comunicação é
escutar o que não está sendo dito | Peter Drucker


Paul Bennett, diretor criativo da IDEO, disse que um conselho que ele gostaria de ter recebido aos seus 20 anos era focar em escutar. Líderes efetivos aprendem que é importante colocar as distrações de lado, parar a multitarefa e realmente estar "presente" com as pessoas enquanto estiver falando com elas.

Os funcionários querem ser escutados e eles querem ser respeitados. A audição transmite esse tipo de respeito e cria confiança. Isso torna os membros da equipe mais motivados e comprometidos.

A audição Intuitiva e o ser

Pombos-correios foram por bons tempos caracterizados por voarem milhares de quilômetros num dia e chegarem ao seu destino com incrível precisão. Para navegar, eles utilizavam infrassom, ruído de fundo de baixa frequência na atmosfera para transmitir "imagens" que eles escutam, praticamente criando mapas acústicos do ambiente. Mesmo assim, até mesmo os melhores pombos-correios ficaram desorientados algumas vezes, nunca retornando ao seu ponto de partida. O pior incidente aconteceu na Inglaterra, quando vinte mil pássaros (avaliados em mais de seiscentos mil dólares) nunca retornaram a suas casas.

É por isso que é importante nunca deixar seu lar sem sua bússola moral. Quando confrontado com um dilema ético, ela serve como um navegador para lhe guiar para a direção certa. As tentações de pegar atalhos podem ser convidativas. Até mesmo os líderes mais inteligentes ficaram desorientados e se perderam, nunca mais sendo capazes de voltar à linha. Escutar inclui escutar aquela "vozinha interior". Se algo estiver errado, apenas não tente justificá-lo. Até mesmo se você conseguir se livrar disso por um tempo, em algum momento a conta deverá ser paga.

Para alcançar o equilíbrio, também é recomendado ingerir as 3 pílulas que cada líder deve tomar: calma, silêncio e isolamento. Sua habilidade de absorver informação crucial diminui devido ao aumento de pressão, barulho e demandas. Distanciar-se das distrações e pegar o tempo para pausar e refletir é essencial para retirar a confusão da mente.

Somente através do silêncio e da calma podemos chegar aos pensamentos de alguma maneira racional e é a partir daquela ação imediata que pensamos melhor. Infelizmente temos que banir o isolamento. Não há tempo para pensar, sozinho, intimamente com quem somos por dentro.

O cérebro age como um computador, analisando sinais constantes sendo enviados. Com base nos dados recebidos no ouvido interno, o cérebro então envia mensagens aos músculos do corpo para manter o equilíbrio. Qualquer perturbação no ouvido interno resulta em dificuldades de equilíbrio.

Organizações podem prosperar ou fracassar de acordo com a qualidade de suas interações. Comunicação fraca vem com um preço alto. Ela é responsável por negócios perderem milhões de dólares todos os anos. É por isso que é importante para líderes dominarem a habilidade de "Liderar com a Audição".

Fonte: www.administradores.com.br (http://migre.me/toEJI)

Crise X Qualificação Profissional

quinta-feira, 24 de março de 2016


A crise que o Brasil está enfrentando atualmente acaba interferindo no mercado de trabalho, gerando desemprego e aflição a todos os profissionais de todas as áreas. Entretanto, ela não isenta a responsabilidade desses profissionais de se aperfeiçoarem e buscarem, com criatividade, mecanismos de superação.

O que ocorre é que mesmo havendo a crise, as empresas ainda precisam de empregados, e o mercado de trabalho continua carente de profissionais capacitados. Podemos observar diversas áreas que estão em constante crescimento, porém, carecem de profissionais para ocupar os postos de trabalho já existentes.

O mercado de trabalho está se tornando cada vez mais exigente quando o tema é qualificação profissional, e o brasileiro cada vez mais percebe o quanto a capacitação interfere na busca de recolocação profissional.

Uma pesquisa feita no final de 2014 pela empresa de consultoria Robert Half demonstrou que cerca de 92% dos recrutadores brasileiros têm dificuldades para encontrar profissionais. O Brasil é considerando – junto com a Austrália – o país onde mais se encontra dificuldade para encontrar mão de obra qualificada.

Para os profissionais driblarem a situação na qual o país se encontra, suprindo o mercado de trabalho e conseguindo a tão almejada recolocação, o ideal é investir em cursos, capacitação e aprimorar a sua mão de obra. Com isso, se tornará um profissional diferenciado, com qualidade, qualificado e, mesmo com a crise atual, apto para conseguir uma recolocação.

E ainda que não se tenha dinheiro para o investimento, existem organizações sem fins lucrativos, órgãos governamentais e outras instituições que concedem cursos gratuitos, presenciais ou à distância. Sendo assim, não existe “desculpa”, apenas persistência, foco e força de vontade. 


Fonte: Catho (http://goo.gl/lkGTIV)

Autor: Marcos Bernardini
Mestre pela Universidade Anhembi Morumbi, Especialista em Processo Civil pela FADISP, é professor da Faculdade de Direito Drummond e Faculdade de Direito Santa Rita; Conciliador concursado do Juizado Especial Cível de Guarulhos/SP; Comissário de Menores da Vara da Infância e da Juventude TJSP; Advogado Militante; Membro da Comissão de Direitos Humanos e Prerrogativas – Ordem dos Advogados do Brasil – 57ª Subsecção.