Profissionais da comunicação discutem desafios para uma cobertura sob a perspectiva dos direitos humanos

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Oficina Mídia e DH3
Mais de 30 profissionais, pesquisadores e estudantes de comunicação estiveram reunidos com membros do Ministério Público Federal na terça-feira (21/10), em Fortaleza/CE, durante a oficina "Mídia e Direitos Humanos - Um olhar sobre a cobertura da violência". Realizada pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), em conjunto com a organização não governamental ANDI Comunicação e Direitos, além de apoio da Procuradoria da República no Ceará. A atividade teve como objetivo oferecer um espaço de diálogo e reflexão acerca do comportamento da imprensa na cobertura do tema Violência e de como os diferentes atores sociais podem contribuir para uma comunicação pautada pelo interesse público e a promoção de direitos.

Na oportunidade, a ANDI apresentou dados de um estudo sobre a cobertura do tema feita junto a programas de rádios e TV das cinco regiões do País. O levantamento aponta importantes desafios na área, especialmente no que se refere à infração de dispositivos da legislação brasileira e internacional. Divididos em grupos de trabalho, os participantes puderam refletir sobre práticas que violam direitos humanos, identificando problemas como prejulgamento, incitação ao crime e à violência, incitação à desobediência às leis ou a decisões judiciais e exposição indevida de pessoas.
 Para a jornalista Ana Carolina Carvalho, a oficina possibilitou ampliar a reflexão sobre a comunicação e os direitos humanos: "temos uma enorme carência de atividades de aperfeiçoamento e creio que a perspectiva mais importante foi a de conscientizar que as garantias legais são para todos". Já o estudante João Sérgio de Almeida ressaltou o compromisso social dos profissionais de comunicação e propôs a construção de uma ferramenta online que possibilite a continuidade desse debate, agregando também novos atores.

A mesa de abertura do evento contou com a participação do procurador federal dos Direitos do Cidadão, Aurélio Rios; do procurador-chefe da Procuradoria da República no Ceará, Alessander Cabral Sales; do procurador regional dos Direitos do Cidadão no Ceará, Alexandre Meireles; e dos membros do Grupo de Trabalho Comunicação Social da PFDC Márcia Morgado e Marcus Vinícius Aguiar. As atividades em grupo e os demais debates também contaram com a participação do procurador regional dos Direitos do Cidadão no Ceará, Alexandre Meireles, e dos procuradores da República no estado, Nilce Cunha Rodrigues e Francisco de Araújo Macedo.

Saiba mais - A oficina Mídia e Direitos Humanos integra um conjunto de iniciativas que o Ministério Público Federal vem realizando para a garantia dos direitos humanos na veiculação de conteúdos noticiosos. O tema já havia sido tratado pelo Grupo de Trabalho Comunicação Social no seminário "Ministério Público e Comunicação Social", realizado em 2013 e que dedicou especial atenção às violações de direitos humanos nos chamados programas policialescos. A fim de estimular uma atuação coordenada dos membros do MPF nesta temática, em setembro deste ano o GT lançou nota técnica com sugestões de procedimentos no que ser refere à garantia dos direitos humanos em programas televisivos que exploram a violência e veiculam cenas impróprias e situações discriminatórias.

Membros do Ministério Público Federal em estados como Ceará, Paraíba, São Paulo e Rio Grande do Sul já contam com atuações sob esta perspectiva - incluindo Termos de Ajustamento de Conduta e Ações Civis Públicas.

"A realização desta oficina é mais um passo no processo de sensibilizar e mobilizar os diferentes atores envolvidos numa comunicação pautada pela garantia dos direitos humanos. O que buscamos foi ir além da prática da judicialização, reunindo diferentes atores em um espaço de diálogo e construção conjunta de um entendimento de que a comunicação deve estar a favor da democracia e da garantia de direitos", destacou o procurador federal dos Direitos do Cidadão.

A atividade contou com apoio da GIZ/Cooperación Alemana - fundo apoiador da Federação Iberoamericana de Ombudsman, a qual a PFDC integra desde novembro de 2013.

FONTE:Ministério Público Federal.

Quer ser promovido? Destaque-se

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Ser reconhecido por um trabalho bem feito, ganhar um aumento ou mesmo ser promovido é a busca de muitos profissionais, mas para que isso efetivamente aconteça, é preciso destacar-se no mercado ou dentro do ambiente corporativo.
Chegou a hora de ser promovido. O que fazer agora? 

Neste sentido, manter uma postura profissional adequada, seguir as normas da empresa, respeitar a hierarquia da organização são essenciais. Mas, além disso, desenvolver algumas atitudes profissionais é importantíssimo para que você seja bem-visto diante de chefes e superiores e, assim, conquiste a tão almejada promoção.

Confira algumas dicas e saiba como se destacar no ambiente de trabalho e, consequentemente, ser promovido!

Seja proativo
Seja um profissional proativo, ou seja, entregue mais do que o esperado, vá além das expectativas da empresa. Não foque apenas em sua rotina diária, mas antecipe-se e procure novas soluções, novas idéias e maneiras para executar suas tarefas de forma cada vez melhor.


Seja otimista
Profissionais pessimistas e que reclamam "o tempo todo" não são vistos com bons olhos e tendem a espalhar este comportamento negativo a outros colaboradores. Por isso, seja otimista diante do trabalho e até mesmo nas situações adversas que possam vir a acontecer.


Seja humilde
Mais um fator importante para se destacar no ambiente de trabalho é exercer a humildade. Seja humilde para falar, aceite os ensinamentos e os conselhos de colegas e superiores e não se ache melhor que ninguém. Lembre-se que cada profissional é importante e parte fundamental para os resultados finais da organização.
 

Exercite sua paciência
Outra dica valiosa é ter paciência. Cada empresa possui suas próprias normas, regras e plano de carreira. Não queria apressar as coisas e solicitar um aumento, por exemplo, se você tem pouco tempo de experiência. Dê tempo ao tempo e execute seu trabalho da melhor forma possível. Na hora certa você será recompensado pelo seu trabalho.


Por José Roberto Marques para o RH.com.br 

Dia Internacional contra Exploração da Mulher

quinta-feira, 23 de outubro de 2014



                                        
                                                                 
                                
                                           
O dia 25 de outubro foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) como o dia internacional contra a exploração da mulher.
Desde os mais antigos tempos que as diferenças sociais entre mulheres e homens são grandes, sendo os homens considerados mais capacitados que as mesmas, além de possuírem mais direitos.
Com o passar dos anos, houve uma luta travada pelos direitos da mulher, e essa passou a participar dos processos de eleições, trabalhar fora de casa, ter registro em carteira e direitos trabalhistas.
No Brasil, esses direitos foram conquistados no governo de Getúlio Vargas, em 1932, dando maior liberdade às mulheres e melhores condições de vida e trabalho para as mesmas.
Pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelam que, no Brasil, a maioria da população é constituída por mulheres (51,2%).
O movimento feminista surgiu ainda no século XIX, na Inglaterra e nos Estados Unidos, mas, mesmo assim, as mulheres não conseguem conquistar os mesmos direitos dos homens.
Em vários países são tidas como cidadãs de segunda casta, estando subjugadas às vontades e decisões de seus esposos, pais, irmãos ou parentes próximos, não podendo participar das decisões da família, sem direito a voto, sem manter qualquer tipo de participação política ou administrativa.
Segundo disposto pela Organização das Nações Unidas, os direitos entre homens e mulheres são os mesmos, não devendo ser levados em conta a etnia, religião, língua, etc., mas não é isso que se vê na prática.
As mulheres não são respeitadas por suas capacidades, são desvalorizadas no seu trabalho, não recebem salários iguais aos dos homens, são vítimas de assédio moral e sexual, além disso, sofrem preconceitos de todos os tipos.
As mulheres trabalham muito mais que os homens, pois além de trabalhar fora para ajudar no sustento da família, ainda prestam serviços dentro de casa, sendo responsáveis pelo funcionamento organizado do lar, da educação dos filhos, etc.
Uma das maiores conquistas das mulheres foi a invenção da pílula anticoncepcional, na década de 60, dando liberdade sexual às mesmas, podendo controlar a gravidez.
Com tantas conquistas e direitos, ainda ficou comprovado que a mulher por si só não seria capaz de defender seus direitos. Dessa forma, a ONU criou uma convenção específica, a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, adotada pela Assembleia Geral, que entrou em vigor a partir de 1981.
No documento são especificados: igualdade entre os sexos, os direitos humanos, as liberdades fundamentais, as necessidades políticas, econômicas, sociais, culturais, civis, etc., a fim de fortalecer a classe.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia


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Você se conhece?

quarta-feira, 22 de outubro de 2014



Por Isabel Soares para o RH.com.br

Muitos indivíduos (eu me incluo nesse universo) buscam o autoconhecimento em um momento de dificuldade na vida seja ele em que área for.
Antes desse estágio (de buscar o autoconhecimento), muitos projetam no externo uma necessidade real de transformação interna.
Exemplificando, é mais cômodo acreditar que algo fora de nós vai nos trazer respostas ou que uma fórmula mágica vai fazer tudo acontecer, como se fôssemos figurantes da nossa própria vida. Vamos agir de acordo com um roteiro imposto e não de acordo com aquilo que faz sentido para a nossa essência. Que o novo emprego vai sanar a insatisfação profissional, que o carro novo vai me trazer o status que eu gostaria de ter, que morar em outro país vai trazer a mudança que eu tanto preciso. E assim caminhamos.
Um belo dia, conseguimos "o novo"! Perfeito não é mesmo? Não! Mal desfrutamos a nova conquista e lá estamos nós: novamente frustrados, angustiados, ansiosos e aflitos por algo que não sabemos o que é. A única certeza que temos é que "esse algo especial" nunca chega até nós. É uma guerra sem fim, contra nós mesmos.
Resumindo a ópera: é como se a felicidade estivesse lá no final do túnel para ser conquistada, mas no fundo no fundo não sabemos que cara tem essa tão desejada "felicidade".
A consequência disso é um ciclo que não acaba, porque passamos muito tempo das nossas vidas acreditando que é preciso TER para SER e não o contrário.
Nós esquecemos de que somos seres únicos e especiais, trazidos neste mundo para dar um brilho que só nós temos. Do contrário, muitas réplicas de nós estariam caminhando pelas ruas, em qualquer local. Claro que temos afinidades, semelhanças, mas nossa impressão digital garante a exclusividade do selo. Somos únicos!
Você já fez uma autoanálise para entender como as emoções se processam dentro de você? Qual a sua percepção do universo? Como os sentidos são trabalhados no seu corpo? Qual a sua visão de mundo com relação a X, Y ou Z? Como sente o que se passa ao seu redor? Sua observação está afiada? Como anda seu senso crítico?
Você empresta dinheiro se não tem? Você consegue dar amor se não tem amor dentro de si? Você transmite admiração se não admira a si próprio?
É por meio do autoconhecimento que conseguimos trazer equilíbrio para as nossas emoções. Pessoas com boa autoestima, amor próprio e seguras de si, normalmente transmitem brilho no olhar, perguntam mais do que afirmam e transbordam interesse verdadeiro em aprender com o outro ou até mesmo emprestam seus ouvidos ao outro, mesmo que não concordem com ele. E acredite ou não: respeitam muito as opiniões divergentes das suas e acreditam que quanto mais diverso for mundo, mais rico ele se tornará.
Aí você me pergunta: como posso dar o primeiro passo?
Existem infinitas opções nesse mundo maravilhoso e repleto de diversidade. Lembre-se: para iniciar uma viagem de 10 mil quilômetros é preciso dar o primeiro passo.


Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Desenvolvimento/Artigo/9477/voce-se-conhece.html