CONCEITO FUNCIONARIO PUBLICO

quarta-feira, 19 de novembro de 2014


Um funcionário público é uma pessoa que presta um serviço de utilidade social, isto é, que dá apoio aos outros sem segundas intenções nem para seu proveito pessoal (não tem mais nada a ganhar senão o salário que aufere pelo seu trabalho). 

Os funcionários públicos, regra geral, prestam serviços por conta do Estado. Compete às instituições estatais (como os hospitais, as escolas ou as forças de segurança) fazer chegar o serviço público a toda a comunidade. 

O funcionário público administra recursos que são estatais, pelo que pertencem à sociedade. O desvio de fundos e a corrupção são delitos graves que, quando cometidos por um funcionário público, atentam contra a riqueza da comunidade. 

O facto de lidar com recursos e fundos públicos confere uma responsabilidade acrescida às funções dos funcionários públicos. É suposto estes adoptarem um comportamento exemplar, já que a sociedade tem expectativas de honestidade, lealdade e transparência em relação aos mesmos. 

O funcionário público deve obedecer a uma série de regulamentos e de normativas, sendo que as obrigações em questão são estipuladas e impostas pela Constituição nacional. 

No que diz respeito ao regime laboral dos funcionários públicos, estes trabalhadores costumam beneficiar de certas regalias e de uma maior protecção social relativamente aos empregados privados, o que lhes confere independência perante as autoridades (independentemente da rotatividade) e evitando assim que os melhores profissionais escapem para o sector privado. 

Por um lado, impede-se que as futuras autoridades despeçam os funcionários públicos e contratem pessoas do seu meio (conhecidos, familiares e amigos através de cunhas). Por outro, os funcionários públicos têm a possibilidade de desenvolver carreiras profissionais que, se fosse em empresas privadas, seriam muito mais difíceis de conseguir. 


Fonte: Fiquesabendo
 


Sebrae Móvel leva dicas de formalização e vendas de Natal para empreendedores de Américo Brasiliense

quinta-feira, 13 de novembro de 2014


Atendimento gratuito na segunda-feira (17) é oportunidade para quem pretende


formalizar seu próprio negócio e também para MEIs e microempresas buscarem
dicas e orientações para conquistar clientes e aquecer as vendas de Natal

O Natal é a melhor época do ano para aquecer as vendas. Ainda dá tempo de
caprichar na vitrine; na divulgação de produtos e serviços e no atendimento
para atrair consumidores, ganhar novos clientes e começar 2015 com mais
lucratividade e motivação.

Na segunda-feira (17) de novembro, a unidade regional do Sebral Nóvel
atenderá no Centro de Américo Brasilense, em frente à Prefeitura Municipal
da cidade, que fica na Avenida Eugenio Voltarel, das 9h às 16h.

Para orientar quem pretende começar o ano novo como dono do próprio negócio
ou para quem já está estabelecido e precisa de atualização, novas ideias e
práticas para se diferenciar no mercado, a unidade móvel do Sebrae-SP vai
até o empreendedor com dicas e informações sobre acesso a crédito; opções
tributárias; planejamento; controle financeiro; direitos do consumidor,
marketing e vendas, atendimento ao cliente, liderança de equipe e todas as
atividades que envolvem a gestão empresarial.

O analista da regional do Sebrae-SP, Thiago Silveira, destaca que o Sebrae
Móvel tem ampliado a capacidade de atendimento regional para os donos de
pequenos negócios, especialmente aqueles que atuam na informalidade,
potenciais e futuros empreendedores, concentrando serviços essenciais para
facilitar a abertura de novos negócios e melhorar a gestão empresarial em
diversas áreas.

Em 2014, esta unidade móvel do Sebrae-SP, que percorre 19 cidades da região
de Araraquara já ultrapassou 4 mil consultas gratuitas. Deste total, mais
de 700 são Microempreendedores Individuais (MEIs). Eles correspondem a 35%
do total de atendimentos da regional Araraquara do Sebrae-SP; 51% do setor
de Serviços; 43% do Comércio e 6% Indústria. Doze por cento desses MEIs
atuam no segmento de beleza e estética. As principais consultas são sobre
formalização; regularização de taxas e tributos; alteração de dados da
empresa e controles financeiros.


“A Lei do Microempreendedor Individual, criada em 2008, facilitou o acesso
ao mercado empresarial para quem está começando um negócio próprio.
Possibilita que o dono de um negócio informal se legalize e tenha garantias
como cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ), emissão de nota fiscal, mais
disponibilidade de crédito e financiamento bancário e maior acesso ao
mercado, além de direitos garantidos pela Previdência como
auxílio-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria”, explica Silveira.


Para ser MEI, o empresário precisa faturar até R$ 60 mil (bruto) por ano e
não ter participação em outra empresa como sócio ou titular. Mecânicos,
feirantes, artesãos, eletricistas, doceiras, pipoqueiros, costureiras,
barbeiros, cabeleireiros, manicures são alguns exemplos de atividade que se
enquadram no MEI.

A cidade de Américo Brasiliense tem hoje cerca de 37 mil habitantes e mais
de 900 MEIs formalizados até outubro deste ano, segundo dados do Portal do
Empreendedor funciona no município desde 2009 e conta com espaço de
atendimento no Ceat, que fica na Rua Manoel Borba, 160, no Centro, no
telefone é o 3392-7580.

"A Sala do Empreendedor de Américo Brasiliense oferece todo o atendimento
inicial e a formalização completa, incluindo a solicitação do Licenciamento
no SIL e a impressão do processo documental da empresa, incluindo as guias
de recolhimento mensal, inclusive a segunda via do boleto em caso de atraso
no pagamento, e a declaração anual de faturamento", diz Dirce Oliveira,
gestora municipal de políticas de empreendedorismo.

A abertura e a regularização da empresa no município são simples e rápidas.
De acordo com Dirce, em apenas dois dias em média é possível concluir todo o
processo, dependendo da documentação apresentada e do grau de risco da
atividade da empresa. "O atendimento ao MEI inicia com orientação sobre o
que ele faz; onde faz; como faz; com que recursos e também sobre o Crédito
do BPP (Banco do Povo Paulista). O empreendedor recebe informações sobre as
regras estabelecidas pelo município sobre uso e ocupação do solo, entre
outras pertinentes ao seu negócio", explica.

"Sempre acreditei no grande potencial de desenvolvimento econômico do nosso
município, e penso que a Sala do Empreendedor é indispensável nesse processo
Temos nos empenhado em ampliar os serviços já ofertados e implementar novas
ações de empreendedorismo e incentivo aos pequenos empreendimentos. Temos
certeza de que o apoio ao MEI é o melhor caminho para a formalização dos
pequenos negócios, e, assim, motivamos uma cadeia de processos de geração de
emprego e renda de forma sustentável, em que todos ganham", avalia a
prefeita de Américo Brasiliense, Cleide Berti.


Sebrae Móvel em Américo Brasiliense

Data: 17/11 (segunda-feira)
Horário: 9h às 16h
Local: Avenida Eugenio Voltarel, em frente à Prefeitura Municipal da cidade Gratuito 


Informações: Sala do Empreendedor – tel:.3392-7580 / 16 3332-3590 (regional
do Sebrae-SP em Araraquara / 0800 570 0800 (Sebrae-SP ligação gratuita) .

Por: Fernanda Helene


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Atendimento ao cliente: 0800 570 0800 (ligação gratuita)

Fonte: http://www.sebraesp.com.br

O trabalho das mulheres, ontem e hoje





A criação de empregos deve se constituir em questão central do desenvolvimento e as mulheres devem, necessariamente, ser consideradas como sujeitos das políticas de emprego e de capacitação profissional.

 
 Maria Betânia Ávila É relacionado à luta de mulheres trabalhadoras o fato histórico que está na origem do 8 de março, como Dia Internacional da Mulher. O que marcou esse dia foi um episódio trágico da morte de operárias norte-americanas, em 1857, vítimas de repressão brutal, quando reivindicavam condições dignas de trabalho. Em 1910, no Congresso das Mulheres Socialistas, esse dia foi promulgado como o Dia Internacional da Mulher. Relembrar essa origem nos impulsiona a tomar a questão do trabalho das mulheres como um ponto central do debate político sobre a política pública no país e, em particular, no Estado de Pernambuco.

Percorrendo a história da revolução industrial, vamos encontrar, desde o seu início, a presença das trabalhadoras assalariadas. Vale ressaltar que a mão-de-obra feminina foi numerosa e fundamental no desenvolvimento da indústria têxtil, a qual esteve no centro desse processo de transformação. Se olharmos a história do Brasil com olhos que buscam as mulheres trabalhadoras, iremos também encontrar, entre outras trabalhadoras, as mulheres negras que trabalharam nas casas-grande, como amas e criadas, sujeitas, muitas vezes, à violência física e sexual. Apesar disto, podemos perceber uma persistente negação histórica em considerar as mulheres como parte da classe trabalhadora, ontem e hoje.

Atualmente, a inserção das mulheres no mercado de trabalho formal e informal se expandiu. O contingente feminino chega a mais de 40% da força de trabalho em diversos países avançados, mas tem sido absorvido, sobretudo, no universo do trabalho precarizado e desvalorizado.

As análises sobre as desigualdades no mercado de trabalho são importantes mas, só através de uma análise que relaciona mercado de trabalho e trabalho doméstico é possível aprofundar a compreensão da relação de desigualdade das mulheres, sujeitas à dupla jornada na divisão sexual do trabalho. A teórica feminista Cristina Carrasco (2001) afirma que não seria possível a manutenção do trabalho assalariado na produção sem a sustentação do trabalho reprodutivo, não remunerado, no âmbito doméstico.

No Brasil, o emprego doméstico tem um peso importante no mercado de trabalho para as mulheres, com maior peso para as mulheres negras. As empregadas domésticas constituem uma das maiores categorias de trabalhadoras do país: do total de empregadas/os nesse setor, 95% são mulheres (OIT, 2006). Se juntamos a isso o fato de que são as mulheres as responsáveis pelo trabalho doméstico da sua própria unidade doméstica e familiar, pode-se perceber que este trabalho permanece como um problema para as mulheres e uma dimensão estruturante das desigualdades de gênero associadas à questão de raça e classe.

A maioria das mulheres trabalhadoras está na informalidade. Se tomamos nossa realidade mais próxima, segundo o DIEESE (2005), mais de 40% das mulheres não negras ocupam postos vulneráveis de trabalho e, entre as mulheres negras, esse contingente se eleva para mais da metade. O trabalho informal nega, no presente, o acesso aos direitos trabalhistas e, para o futuro, significa uma maturidade sem proteção social e renda: no Nordeste, mais de 70% das mulheres não contribuem e, portanto, estão mais distantes de terem acesso a uma aposentadoria ou à proteção social asseguradas pela Previdência Social. No campo brasileiro, as mulheres são 39% das pessoas ocupadas em atividades agrícolas não remuneradas e 42% das ocupadas na produção para o consumo (PNAD, IBGE, 2003).

É fundamental resgatar este contexto para analisar, criticamente, a retomada do debate sobre a questão do Desenvolvimento, tema recorrente na fala das autoridades públicas nestes dois últimos meses, tanto no plano federal quanto no estadual. Os novos governos anunciam políticas e pactos de crescimento, inauguram novos empreendimentos e afirmam a abertura de novos postos de trabalho.

Devemos, portanto, insistir sobre duas questões. A criação de empregos deve se constituir em questão central do desenvolvimento, aliada à garantia de direitos trabalhistas e as mulheres devem, necessariamente, ser consideradas como sujeitos das políticas de emprego e de capacitação profissional, como também de acesso à terra e ao crédito, no caso das mulheres do campo.

No Estado de Pernambuco, com este novo governo, o movimento de mulheres teve uma grande conquista: a criação da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres. Contamos que, a partir daí, outras conquistas virão. Uma destas conquistas exigidas, refere-se a uma política de emprego e renda para as mulheres, que lhes assegure autonomia econômica, e as reconheçam como sujeito na construção de um Desenvolvimento que só poderá ser democrático se vier para superar desigualdades e promover justiça social. Estas propostas devem, portanto, considerar as lições da história e as razões do presente que o dia 8 de março e a luta das mulheres seguem a reivindicar.

(*) Com colaboração de Veronica Ferreira, supervisora de Pesquisa do SOS Corpo.


Maria Betânia Ávila é coordenadora geral do SOS Corpo.


FONTE: http://www.inesc.org.br





Os 10 setores mais lucrativos para abrir um negócio

quarta-feira, 12 de novembro de 2014



São Paulo – A revista americana Inc analisou 5000 empresas nos Estados Unidos e chegou a uma lista dos setores que mais deram resultados positivos em 2013.
O campeão foi saúde, que teve receita de mais de 21 bilhões de dólares só nos Estados Unidos. Confira os principais setores, segundo o levantamento, que podem ter oportunidades para empreendedores.

Saúde
A área de saúde foi a que mais se destacou neste ano, segundo o levantamento. A busca por um corpo mais saudável têm impulsionado empresas de vários tipos, inclusive franquias de alimentação e produtos nesta linha. O faturamento desta indústria foi de 21,8 bilhões de dólares. 

Serviços de TI
As empresas de TI ouvidas no estudo tiveram receita de 19,3 bilhões de dólares em 2013 e seguem crescendo, de acordo com o estudo. O crescimento desta indústria é de 122% nos últimos três anos.

Produtos e serviços corporativos
Produtos para escritório, como cadeiras e computadores, e serviços aparecem em terceiro lugar, com taxa de crescimento de 93% para três anos. O faturamento destas companhias, segundo o estudo, foi de 85,1 bilhões de dólares. 

Energia
Entre 2010 e 2013, o setor de energia cresceu 168%. A receita das companhias ouvidas nesta área ultrapassou os 17 bilhões de dólares. Uma das tendências mais fortes dessa área é a energia verde e a sustentabilidade. 

Serviços financeiros
Empresas de gerenciamento de capital e serviços financeiros tiveram um crescimento de 112% entre 2010 e 2013. A revista calcula que a receita das companhias desta área em 2013 tenha sido de 17,2 bilhões de dólares. 

Logística e transporte
De apps para taxis e caronas a drones para entregas, a área de logística e transporte tem passado por constantes transformações nos últimos anos. A receita do setor é de mais de 11 bilhões de dólares nos Estados Unidos.

Produtos e serviços para consumidores
Esta é a área que mais cresceu no ranking Inc 5000 e é onde está a empresa de maior crescimento do país, a Fuhu. A companhia fatura alto fazendo tablets para crianças. A receita do setor foi de 10,7 bilhões de dólares no ano passado. 

Construção
Entre 2010 e 2013, a área de construção cresceu 88% nos Estados Unidos, mesmo com períodos de crise e recessão. O faturamento do setor só em 2013 foi de 10,3 bilhões de dólares. 

Telecomunicações
As empresas de telecomunicação ouvidas pelo estudo tiveram receita de 9,4 bilhões de dólares juntas. Este é o décimo setor mais lucrativo entre os consultados no levantamento. 

Fonte: Revista Exame.