Significado de Qualificação

quinta-feira, 17 de abril de 2014



O que é Qualificação:


Qualificação é o ato ou efeito de qualificar, é atribuir uma qualidade, um título; qualificativo, pode ser também as condições referentes à formação profissional e experiência, sugeridas para o exercício do cargo, ou então características identificadoras de uma pessoa.

Qualificação pessoal
Qualificação pessoal são os atributos de um indivíduo,não necessariamente para uma empresa e sim suas qualidades como pessoa, o quanto a pessoa busca melhorar seus defeitos e tornar-se um indivíduo melhor em todos os âmbitos.
Qualificação profissional
É a preparação de um indivíduo através de uma formação profissional para que ele possa aprimorar suas habilidades para executar funções específicas demandadas pelo mercado de trabalho. A qualificação profissional não é uma formação completa, é utilizada como complemento da educação formal podendo ser aplicada nos níveis básico, médio ou superior.

Seu objetivo principal é a incorporação de conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais relacionados à produção de bens e serviços, por meio de processos educativos desenvolvidos em diversas instâncias (escolas, sindicatos, empresas, associações).

No mundo atual e globalizado que vivemos, o mercado de trabalho mostra-se cada vez mais exigente, e a busca por uma colocação profissional não é mais uma questão de empenho ou de sorte, e sim de qualificação.



fonte:http://www.significados.com.br/qualificacao/ 

Erros podem ser bons caminhos para o sucesso

 



A busca por desempenho e resultados positivos, se possível melhores a cada dia, é preocupação constante da maioria das pessoas - pelo menos daquelas com funcionamento saudável. Para isso, alternativas e possibilidades são buscadas. É preciso agregar ao que se tinha antes, para o subsistema pessoal evoluir, incentivando-se e contribuindo com o contexto do qual faz parte. Assim, tudo tende para uma situação cada vez mais complexa, mesmo na simplicidade, dentro do que lhe é próprio e em harmonia com essa relação sistêmica em que tudo se conecta. Um organismo bem-sucedido atende ao que se espera dele, preenchendo, justificando seu lugar no mundo e evoluindo constantemente para um determinado fim.

Carl Rogers, o grande psicólogo humanista, observando que brotos de batatas, armazenadas num porão, buscavam naturalmente a luz solar, retorcendo seus caules na direção de aberturas por onde penetravam raios de sol, transpôs esse fenômeno, chamado de heliotropismo, para o ser humano. Concluiu que cada pessoa tem uma tendência natural para a realização do potencial pleno. Em situações naturais, cada um evolui, atualizando-se (no sentido de tornar ato o que é potência) constantemente para uma posição de funcionamento pleno, onde pode ser feliz - a realização desse potencial é o sucesso do organismo enquanto tal. Desvios do caminho ou qualquer impedimento desse progresso levam a adoecimentos psíquicos ou físicos (somatizações) de diversas naturezas.

Até aqui, nenhum problema. É da natureza. O bicho pega quando se confunde sucesso com "dar-se bem na vida", preenchendo um papel fantasioso, ditado pelo consumismo, modismo ou busca de status, que nada tem a ver com a demanda íntima por uma evolução do ser. Alimentando o aparente, a exterioridade, o indivíduo perde contato com o interior e se desvia da sua essência.

A busca desesperada por esse sucesso equivocado pode levar o indivíduo ao anseio de acertar sempre. A cada acerto, pode julgar-se melhor e mais capacitado do que realmente é. E, em contrapartida, cada erro pode jogá-lo num inferno mental, levando-o a se considerar um caso perdido, um incompetente, num juízo negativo extremo, mas irreal tanto quanto o outro. Numa direção, pode desenvolver crenças e pensamentos automáticos de um funcionamento ótimo. Noutra, de forma semelhante, ocorrem as crenças e os pensamentos automáticos de ser um fracasso, que nada faz de correto. As duas situações vão exigir da pessoa uma análise do modo de pensar para encontrar evidências que as confirmem ou derrubem, a fim de desmontar esquemas equivocados e adotar a postura mental mais saudável e adequada à realidade.

O anseio pelo sucesso mundano a todo custo pode levar à autoimagem mítica de supereficiência e repúdio ao erro e ao fracasso. É sabido, vários pensadores e filósofos da ciência exploraram esse tema, que todo avanço é uma somatória de erros e acertos. Não se acerta ou se erra sempre. O próprio erro, uma vez refletido e analisado, acaba sendo fator inovador, impulsionando o progresso.

Errar e acertar são da nossa natureza. Se tomarmos os dois casos como as margens de uma estrada por onde caminhamos, vamos perceber que, ao acertar, aproximamo-nos da margem do erro, porque não vamos acertar sempre. Da mesma forma, errando, aproximamo-nos do acerto, pela mesma razão de que não vamos errar sempre. Estudando igualmente erros e acertos, avançamos rapidamente rumo à realização. O atraso e a demora ao longo do caminho devem-se à comemoração exagerada dos acertos ou à execração injustificada dos erros, sem a necessária e proveitosa reflexão sobre um e outro. Desvalorizar e tentar esconder erros e fracassos e, de certa forma, supervalorizar os casos de êxito, levam o indivíduo a perder excelentes oportunidades de aprendizado.

O esforço é grande, mas necessário. Aprender com os próprios erros é combustível valioso demais para ser deixado de lado. Ao perceber isso, passamos a valorizar os insucessos tanto quanto os sucessos. Não seremos mais abatidos por aqueles. Nossa tristeza, quando acontecerem os tombos, terá a medida justa para cuidar da ferida, tomar a lição e seguir em frente. Deixar-se ficar, numa postura de autopiedade ou de vítima do cruel destino, nada acrescenta. No outro sentido, como os heróis da mitologia grega, saber-se investido de um mandato a ser cumprido, com e apesar de todos os percalços do caminho, torna a pessoa cada vez mais apta e competente, desenvolvendo resiliência. É nesse embate de forças aparentemente (e reforço esse aparentemente) antagônicas, nesse encontro do cinzel com a pedra, que se forja o herói.

De onde vem essa presunção de nunca errar, esse repúdio contraproducente ao fracasso? Provavelmente da vaidade de se exibir no mundo como um ser maior do que é.
Da pretensão de preencher um molde que não lhe é próprio e parecer grandioso aos olhos de uma plateia ingênua e inconsciente, porque composta da mesma categoria de indivíduos. Oscar Wilde, em O retrato de Dorian Gray, deixou-nos uma metáfora perfeita para isso. Dorian Gray, o herói da história, aparecia, aos olhos da sociedade, pleno de beleza física, jovialidade e sucesso, enquanto seu retrato, que era, de fato, sua verdadeira essência, envelhecia e se tornava uma monstruosidade.

Como quebrar esse círculo vicioso? Karl Popper, filósofo da ciência, dizia que todo projeto humano que visa apenas ao acerto e à evitação do erro a todo custo tende a ser um projeto pobre, limitado e pouco ou nada inovador. Projetos realmente originais e criativos admitem os erros como algo decisivo, com os quais se aprende tanto quanto com os acertos. Erros podem ser professores ainda melhores que os acertos, dependendo de como os enfocamos.
Não há como não errar. Para isso seria preciso nada fazer, nem tentar. Mas isso, em si, já é um erro. Tal como a "não escolha" já é uma escolha. Estamos condenados à liberdade, pontuaria Sartre. Então, sejamos sensatos - é o que se espera. Aprendamos com os erros para caminharmos mais assertivamente.

Causas de erro, encontramos por toda parte, mas especialmente em nossa própria mente. O desejo irreal de tudo controlar e sempre acertar é nosso grande inimigo. Elaboramos crenças negativas, como já vimos, que exigirão esforço para serem desmontadas. Elaboramos a armadilha dos esquemas na qual nos prendemos. Energia e tempo serão necessários para desarmá-la.

Entre os fatores que podem tornar o indivíduo mais humilde e, ao mesmo tempo, mais ativo em favor da própria construção, estão a coragem para acolher o que vier, sem se achar um semideus, com amplos poderes e capacidade de controle; a sensibilidade de ver-se como elemento de um processo maior ou, se preferir, de um subsistema dentro de um sistema mais amplo e complexo e, sobretudo, a autovisão de detentor de um mandato e de possibilidades únicas e um ser necessário para a harmonia geral. Aprender com erros e acertos é inevitável na atualização do ser e na realização das possibilidades individuais.

Questionando nossos pensamentos, buscando evidências que desmontem ou confirmem nossas crenças, mantendo-nos vigilantes em relação aos nossos pensamentos automáticos, acautelando-nos contra esquemas escravizantes e aprendendo a dialogar, ouvir e trocar ideias com os outros, numa interação que deve somar, mas não prender, são recursos valiosos para escapar da ilusão do sucesso perene e valorizar devidamente os erros.

Fernando Pessoa endossaria: "Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena".


Fonte: http://www.rh.com.br

Empreendedor faz sucesso com van que vende peixe empanado com batatas fritas

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Lançada no final de 2013, a Fichips fatura cerca de R$ 14 mil por mês com o tradicional prato britânico

Hermes Junior ao lado da primeira Fichips, pançada no final de 2013 (Foto: Divulgação)

Tapete vermelho, bandeiras hasteadas e até um guarda de olho em tudo. Isso poderia ser o cenário de um jantar da família real britânica, mas é na verdade a decoração descontraída da van Fichips, que vende apenas um único prato da culinária inglesa, o peixe empanado com batatas fritas (fish and chips).

A ideia para o negócio móvel surgiu depois que Hermes Ricardo Bernardo Junior, 29 anos, se desligou de um emprego em uma companhia aérea. Ele queria investir o dinheiro que economizara, com o trabalho em um negócio próprio, mas não sabia ao certo qual. Durante um passeio saudosista por fotos de uma viagem que fizera para Londres, Junior esbarrou com a ideia que precisava: vender o típico prato britânico em uma van.

As poções da Fichips custam R$ 12 (Foto: Divulgação)

Depois deste momento epifânico, Junior afirma que passou uma madrugada inteira escrevendo o plano de negócios da Fichips. Pediu ajuda de amigos de diversas áreas para criar a identidade visual da empresa, adaptar a van e chegar a uma receita perfeita de peixe empanado e das batatas. “Eu visitei diversos restaurantes, mas nenhum deles servia o prato de um jeito que me agradasse completamente”, diz. “Por isso criei uma versão mais saudável e menos oleosa da receita.”


O formato móvel veio para sanar o problema de gastar muito com um imóvel ou com aluguel. Ao todo, o empreendedor investiu R$ 40 mil para começar a rodar no final de 2013. O primeiro local para estacionar a van foi a avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, zona sul da cidade de São Paulo. Os primeiros clientes foram das empresas da redondeza, que saiam para o período do almoço. Depois disso, a Fichips conseguiu um acordo com uma empresa para estacionar em suas mediações à noite, oferecendo o prato de peixe e batatas também no jantar.

No almoço, Junior serve cerca de 50 porções, enquanto no período noturno esse número chega a 85. Em 2014, a Fichips também passou a atuar em eventos de grande porte, como o festival Lollapalooza. Nos primeiros meses de operação, a empresa faturou R$ 14 mil mensais. Segundo Junior, o próximo passo é conseguir um sócio-investidor para colocar na rua uma segunda van. “O plano é fechar o ano com três delas”, afirma. Junior quer que a invasão britânica da Fichips chegue, em um futuro próximo, a pelo menos um veículo para cada região da cidade.


Fonte: http://revistapegn.globo.com - Pequenas Empresas & Grandes Negócios

O que os recrutadores querem saber ao buscar referências


Buscar referências do trabalho de candidatos a uma oportunidade profissional até pouco tempo era uma prática restrita a alguns cargos específicos no Brasil. Mas com a expansão do mercado de recrutamento no país e a, consequente, necessidade de minimizar ao máximo os erros na contratação, os headhunters estão se valendo mais da prática.

Enquanto em outros países, o hábito mais corrente é o antigo chefe enviar uma carta de recomendação, por aqui, os recrutadores entram em contato por telefone com chefes, subordinados e clientes internos de empregos anteriores – geralmente, indicados pelo candidato. Todas as informações prestadas, garantem os especialistas, são mantidas em sigilo.

“Na checagem de referências, é possível captar aspectos subjetivos que não conseguimos perceber na entrevista”, diz Gabriela Coló, da Havik. Por isso, segundo Adriana Prates, da Dasein Executive Search, geralmente, aos recrutadores com mais experiência é delegada a tarefa de contatar as pessoas que já trabalharam com o candidato em questão.

Segundo levantamento da Havik, 59% das pessoas que já foram abordadas para contar sobre a experiência que tiveram com um antigo colega admitem serem transparentes durante toda a conversa de checagem de referências. De acordo com a pesquisa, tais pessoas mencionam não só os pontos positivos, mas até o que o candidato em questão ainda tem para desenvolver profissionalmente.

Para 14%, a estratégia é apenas citar os pontos negativos – sem aprofundar. Já 9% dos entrevistados afirmam que só mencionam as qualidades do profissional em questão.

Fonte: Exame.